os livros do John Green e a culpa é mesmo das estrelas?

“Aparentemente, o mundo não é uma fábrica de realização de desejos.”

ou

“Se ao menos conseguíssemos enxergar a infinita cadeia de consequências que resulta das nossas pequenas decisões. Mas só percebemos tarde demais, quando perceber é inútil.”

ou

“O para sempre é composto de agoras.”

 

John Green marcou minha adolescência. Acho que consigo identificar de longe uma frase dele, sei lá, todas essas histórias clichês, com personagens adolescentes que estão descobrindo o mundo e o que é estar presente no mundo, me faz sonhar…

Você deve conhecer A culpa é das estrelas pelo filme. Mas, a verdade é que o livro é… melhor. Hazel Grace não é só a sua luta contra o câncer, como se eu pudesse diminuir isso. Mas,  no final do livro, tu finalmente percebe que esse tempo todo, não esteve lendo uma história sobre o câncer, você esteve lendo uma história sobre a vida. É claro que, o melhor personagem do livro é o Augustus.

E ele morre. O melhor amigo dele fica cego, e a Hazel continua lutando contra o câncer mesmo depois do final.

A culpa não é só das estrelas. É das Alascas, e das Margos e dos Augustus. É de todos os sonhos que nunca vão se realizar. A vida é cruel assim. Mas, a culpa é sim das estrelas e de todo o resto.

Embora constantemente presente nas páginas de todos os livros dele, essa… perca, essa iminente situação de desastre, John Green sempre escreveu um pouco mais do que imaginamos e lemos.

Quem é você, Alasca?

Esse é o meu livro favorito do João Verde. Quando o li pela primeira vez, já havia conhecido e lido A culpa é das Estrelas.

É importante saber que o John AMA usar seus personagens secundários, e ele é muito bom nisso, ele é incrível em fazer a história toda girar em torno de alguém que está próximo do protagonista. A Alasca é uma DAQUELAS personagens, ou você ama ou você odeia. É muito intrigante, charmosa e representa absolutamente tudo de bom e ruim que existe nesse livro. Foi por isso que me fascinei. A história? É um clichê adolescente. Um carinha que sai da casa dos pais para viver num colégio interno, em sua busca por… identidade, talvez.

”Um grande talvez.”

Não é como se ele tivesse tudo resolvido. E isso é o melhor sobre as obras desse autor, você não encontra personagens tão distantes da sua realidade.

Há dor nesse livro, especialmente vinda da misteriosa Alasca. Ela esconde algo e esconde muito bem. O livro é um mistério.

Fica claro pra mim que John estava escrevendo sobre ela e não sobre o Gordo (personagem principal?)

Não sei se você já leu esse livro, mas, pra muitos, não é o melhor do autor. Perguntei pra um colega porque ele ODIAVA esse livro, e ele disse: “a garota é mimada demais, uma pessoa que não sabe o que quer da vida.”

E QUEM É QUE SABE?

Acho que é real demais. Aqui não estamos lidando com o  fantasma do câncer, aqui são só pessoas tentando viver e fazer dá

vida alguma coisa que tenha sentido.

O final é inesperadamente esperado, Alasca some, desaparece. E eu fico pensando se esse tempo todo, ela era só a representação das coisas que o personagem principal queria ser, ter e viver.

Ela é rebelde, corajosa, despojada, real e muito humana. Não só pelas suas fraquezas, ou falhas de roteiro do livro, mas, por estar sempre com medo, mas ter um ar de coragem também. Alasca é uma constante contradição. Alasca com seu cigarro, Alasca com suas investidas sexuais, Alasca como o esteriótipo de adolescente irritante, Alasca sendo Alasca, Alasca tentando ser, Alasca tentando não ser, Alasca com medo do futuro.

Você encontra emoções, emoções, emoções.

Tudo isso em um livro juvenil, de um garoto que vai viver num colégio interno. Típico, não é? Mas, são as frases de efeito que realmente me amarram nesse livro.

“Saio em busca de um grande talvez.”

”Às vezes, ainda acho que a “outra vida” é algo que inventamos para apaziguar a dor da perda, para tornar nosso tempo no labirinto suportável.”

Aí a vêm o famosíssimo…

A culpa é das estrelas

 

Acho que é impossível um livro com esse título não virar um fenômeno. Como já falei lá em cima, essa não é uma história sobre o câncer. Eu sei, há algo muito triste em adolescentes na flor da sua juventude, estarem morrendo de uma doença tão fatídica. A tragédia não fica por conta da morte de um dos personagens, mas, pela realidade da vida. Você fica o tempo todo esperando que algo muito ruim aconteça, mas, enquanto isso, eles estão vivendo, viajando para Amsterdã, fazendo sexo pela primeira vez, colocando cigarros na boca sem fumá-los, a tragédia tá em você esperar a morte sem perceber que eles estão vivendo.

O amor de Hazel e Augustus é só mais um amor juvenil, mas, é também O AMOR juvenil. O primeiro, o melhor, o mais intenso.

fonte: pinterest

Novamente, temos algumas frases de efeito, tipo “alguns infinitos são maiores do que outros…” e o monólogo lindo que a Hazel faz para o  Augustus. Ou a carta que ele faz para o escritor favorito dela.

Algustus Waters é outro personagem secundário que acaba sendo melhor que o principal. Ele é… jovem. Embora tenha câncer por todo o corpo.

É isso que amo sobre esse livro,  é cheio de esperança, até nas horas mais ruins. E é por isso que tive que ler três vezes, a primeira, você sente e chora muito, mas, é só isso, é só um livro muito bom com uma história muito boa e triste. Na segunda, você começa a ver os detalhes e como disse, há vida demais ali. Na terceira, você finalmente se dá conta que essa não é uma história com uma final triste, é uma história sobre continuação.

Não vou comparar com Como eu era antes de você, da Jojo Moyes. Embora, não consiga evitar. Augustus e Will Traynor representam a vida de uma forma bastante real. Ambos morrem, mas, ambos deixam marcas significativas na vida das personagens.

E no final, acho que eu também tenho um medo absurdo de ser esquecida. Algo sobre a culpa é das estrelas, é que você sente medo, você sente junto com eles, mesmo que não viva a mesma situação.

Okay?

Okay.

 

 

Cidades de Papel

 

Esse livro virou um filminho estilo sessão da tarde. E por mais que adore quando obras literárias viram filmes, minha decepção foi real quando assisti nas telonas.

Existe algo sobre personagens incríveis que é meio utópico, é meio fantasioso, e aqui, a diferença desse livro para os outros livros do John Green, tudo parece uma fantasia contemporânea na cidade grande.

Você não tá só lendo um livro, você tá dentro dele.

O desaparecimento de Margo, é também o início da tua busca junto com o Quentin (personagem principal) pelo significado disso tudo. Enquanto ele só quer achar a garota que sumiu, você quer saber o porquê dela ter sumido.

Margo e Alasca são parecidas. Mas, consigo encontrar as diferenças, é difícil, admito. O autor achou uma fórmula e tá seguindo com ela em todos os livros, mas… a diferença das duas personagens é que Margo grita em suas atitudes, e Alasca faz em silêncio. Entende?

Margo saí por aí pichando coisas, subindo em prédios, colocando peixes mortos no porão de suas inimigas, fotografando garotos pelados enquanto eles fogem.

Quando li esse livro, quis imediatamente ser como Margo, ela cria coisas, ela faz coisas, e ela é coisas. Uma personagem muito cheia para ser qualquer outra coisa. Mas, então… por que ela sumiu? Por querer liberdade? Por estar presa em tudo que era e não poder ser mais nada? Ou por não ser nada de jeito nenhum?

Eu sei, tá confuso. Mas, é exatamente assim que você se sente em Cidades de Papel.

Quentin é apaixonado por Margo desde que se entende por gente. Margo não dá a mínima pra ele. Os dois são vizinhos. Uma noite ela pula pela janela dele e o convida pra uma aventura. Os dois saem pela cidade de papel… cheia de pessoas de papel. Quentin não é uma pessoa de papel. Quentin acha que tudo vai ser diferente no dia seguinte.

Quentin está errado.

Você vai se perder junto com a  Margo.

O teorema Katherine

Colin conhece Katherine.

Katherine gosta de Colin.

Colin e Katherine namoram.

Katherine termina com Colin.

É sempre assim.

Esse é um daqueles livros divertidos, é como se o personagem te pegasse pela mão e te arrastasse para junto de sua jornada. Embora o livro trate da previsibilidade dos finais.

Colin é um nerd. Tem um Qi acima da média,  com a mania de criar anagramas e namorar somente KATHERINES.

É um livro de aventura, com direito à uma viagem ao desconhecido.

Dá pra definir um padrão depois de namorar 19 garotas com o MESMO nome.

Sinceramente, não tenho muito a dizer sobre, a não ser que ele não está abaixo da média dos livros do John.

Quando você lê 4 obras de um autor, você começa a achar os padrões. Alguns dizem que esse é o melhor livro dele, outros dizem que esse é o mais entediante. Sim, nós temos matemática aqui, mas, não é só isso. A fórmula criada pelo personagem para prever os finais e as chances de dá ou não certo, é de longe uma coisa que eu gostaria de ter na minha vida.

Não tem uma carga emocional intensa quanto ACEDE e Quem é você, Alasca? Entretanto, você ainda consegue sentir bastante e aprender muito com os personagens.

O sonho de Colin, de fazer algo realmente incrível para a humanidade e ser reconhecido, anda de mãos dadas com o medo de Augustus Waters de ser esquecido.

John Green lançou recentemente seu novo livro, Tartarugas até lá embaixo. Ainda não li, mas, sei que é mais um livro sobre buscas. E que é incrível.

Buscas.

Jornadas.

Sem dúvidas, esse autor sabe como contar histórias sobre isso. Sem dúvidas, são livros pra ler, e reler, e reler.

 

58 comments Add yours
  1. Desses eu tenho 2: A Culpa é das Estrelas e Quem é você Alasca? O primeiro eu li acho que, em um dia, um dia e meio e chorei horrores pelo Gus (pela Hazel também, mas o Gus me cativou muito mais). E ainda não li Quem é você Alasca, apesar deste estar a um tempinho na minha lista de espera de leitura. Sou louca pra ler o Teorema Katherine, vi algumas resenhas e parece muito bom!

  2. Eu amo João Verde, real!
    Adoro a forma fluída como escreve e a maneira como expõe a problemática de seus personagens sem se perder.
    Li Tartarugas até lá embaixo em umas 4 horas e é simplesmente divino. O tipo de livro que te põe pra pensar.
    Mas de todos os meu favorito é o Teorema Katherine.

    Beijinhos,
    Aline Magalhães
    Alineland

  3. Do tio John eu só li ACEDE mesmo, e particularmente amo esse livro, uma vez que Hazel e eu temos uma vida muito em comum. Gosto especialmente por ele não ter dado a estória um final clichê típico da maioria dos livros de romance. Em ACEDE a realidade aparece crua e acho esse o ponto mais inspirador da estória.

  4. Olá!
    Que pena que você não leu Tartarugas até lá embaixo, é meu livro favorito dele. Fora ele, li Teorema e ACEDE. Mas certamente as tartarugas ganharam meu coração, ainda que sequer apareçam. Fico contente de ver mais pessoas que gostam dele

  5. Eu não conhecia todos esses títulos dele eu sonli e vi mesmo a culpa é das estrelas e cidades de papel.Mas pelo visto agora vou procurar outros títulos e fiquei curiosa por um que a colega comenta “tartarugas até lá embaixo” vou ali procurar tartarugas kkkk bjsss obrigada por nós apresentar os demais títulos desse escritor .

  6. Como mera conhecedora apenas do Filme A Culpa é das estrelas, fiquei fascinada pelo eu artigo. Sou dessas que lê e fica imaginando as cenas na telona, e os livros de João Verde (adorei) são muito fáceis de traduzir para as telas.

  7. Me animei a ler o autor, eu confesso que nem A Culpa é das estrelas eu li. Só vi o filme. Mas agora fiquei com vontade de conhecer mais.

  8. Como não sou muito de ler livros, não cheguei a ler o livro “A culpa é das estrelas”
    Mas ja vi muito comentarios positivos sobre ele
    Vejo que o autor escreve de uma maneira muito fácil de entender e isso que é o legal do filme e livro
    bjs

  9. Gosto de alguns desses livros, o autor soube aonde alavancar sua carreira com essas belezas com escrita gostosa de ler rs.
    Adorei a ideia de juntar vários do mesmo autor ❤❤❤

  10. Olá,

    Já li os 4 livros que você citou e gosto dos 4, não tem como dizer que algum deles é ruim, pois os li na fase da adolescência e todos eles me marcaram. ACEDE vai te fazer chorar muito, sentir a dor e a “injustiça” da vida, mas a vida é injusta e as pessoas não são para sempre. Alasca é uma personagem que tinha um grito silencioso, ela gritava para alguém enxergá-la em meio as suas atitudes desconexas, talvez esse seja o livro que eu mais goste do autor.
    Já Cidades de Papel, me decepcionei com a Margo, toda a busca por ela é interessante, mas o motivo de ela ter ido é pífio. E Teorema de Katherine também é um querido, pois é mais d que apenas matemática. Não sei se lendo hoje teria outra visão das obras, mas são obras queridas. Preciso ler o mais recente lançamento também. Adorei o post!

    beijos!

  11. É um título conhecido, famoso… mas acredite se quiser… juro: Não assisti o filme até hoje e nem li o livro.
    Mas as frases de efeito, essas reflexões todas… não me são estranhas. Talvez eu tenha lido/visto muita gente citar ou talvez até eu, é possível, tenha citado em algum texto…
    Essa sua paixão contando me obriga, sério, me obriga a fazer pra já uma coisa ou outra: o vejo o filme ou leio o livro. Se eu te perguntar vai recomendar o livro, né!?
    Vou tentar organizar meu tempo aqui em Outubro pra ler!
    Bjuuuu enorme pra vc!

  12. Olá,

    O único livro que eu li do John foi A Culpa é das Estrelas que me fez chorar rios, mares e oceanos. Mas não senti vontade de ler mais obras do autor. Eu li esse mais pelo boom que teve quando o filme foi lançado.
    Acho que posso dizer que a escrita dele não me agradou muito, ou talvez, não fosse o momento certo… quem sabe? Mas a sua matéria sobre os livros que você gosta dele, me despertaram uma vontade de tentar novamente. Quem sabe, dessa vez, a coisa flui melhor, né?

    Grande beijo,
    Letícia Franca | Além de 50 Tons
    https://almde50tons.wordpress.com/

  13. Olá!
    Adorei os textos e sua opinião de cada livro. Eu já li esses livros, só não li ” Tartarugas até lá embaixo”. Conheci o autor pelo sucesso de “A Culpa é das Estrelas” e nossa, como me apaixonei rs’ em seguida fui devorando os demais livros, e me apaixonei ainda mais quando li “Quem é Você Alasca” foi uma leitura bem intensa e reflexiva. John Green ele nos faz refletir nos seus livros, sobre a vida e o propósito de se viver, cada personagem de seus livros tem propósitos, mesmo diante das dificuldades, eles vivem e vão em busca de algo, e cara isso é sensacional. Adorei o post, parabéns!

    beijos!

    1. né isso? e o melhor, ele faz tão sutilmente, você só percebe que ele tava falando sobre X coisa, quando você começa a pensar sobre X coisa. João Verde é incrível.

  14. olá!
    Nunca tive a oportunidade de ler John Green, confesso que só tinha ouvido falar do livro A culpa é das estrelas e o do último Tartarugas até lá embaixo. Pelo que li na sua resenha, são ótimos livros e com certeza vou colocar na minha lista de leituras.
    Abraços.

  15. Olá!
    Adoro o autor o jeito com que ele narra problemas tão recorrentes de forma leve e acessível. Só li 2 de suas obras (acede e qeva?), mas estou com teorema e tartaruga na fila. Cidades de Papel nunca me chamou a atenção, mas seus comentários me deixaram com a pulga atrás da orelha. Adorei o post!

    Abraço,

  16. Destes apresentados cheguei a assistir o filme a culpa é das estrelas. Em relação ao Livro Alasca, o que chamou a atenção foi talvez o meio spolier que deu então leria para tentar ver de perto se realmente é personagem ou coisas da mente do protagonista. Bjs

  17. Olá, tudo bem?

    Eu nunca li os livros do John Green, sei do enorme sucesso que fazem e da grande legião de fãs que o autor tem, eu tenho vontade de ler os livros dele, quem sabe ano que vem eu consigo? Gostei da sua publicação, ficou bem legal.
    Abraço!

  18. Olá! Amo o filme culpa é das estrelas porém, ainda não li e nem o livro Quem é você Alasca, nem tenho vontade, mas ele tem ótimas criticas.

  19. Uau, adorei suas reflexões! É verdade que não sou nenhum fã de John Green, mas confesso que você me fez olhar as obras dele de outra forma. Especialmente a Culpa é das Estrelas. Obrigado!

  20. Tudo bem? Já li alguns livros do autor. Uns que amei mais que outros.
    A culpa é das estrelas é uma dessas histórias que quase sempre pega o leitor devido ao tema. Drama, doença, perspectivas e etc.
    Na minha opinião o autor possui uma desenvoltura e carisma sem igual, para tratar assuntos delicados e comover o leitor.

    Quase sempre me sinto arrebatada com suas histórias.

    Beijos.

  21. Olá!
    Eu gosto muito da escrita do John Green, apesar de que não são todos os livros que as narrativas dele me ganham, alguns como O teorema de Katherine e Cidades de Papel achei um tanto arrastado.
    Mas A culpa é das Estrelas realmente tem uma dinâmica bem bacana e é impossível não morrer de amores pelo casal e refletir bastante com eles.
    Ainda não li Tartarugas até lá embaixo, mas o tema também é bem interessante e não vejo a hora de ler sobre a percepção dos personagens sobre o TOC.
    Beijos!

  22. Eu tenho umaa relação de amor e ódio com os livros do Tio Verde, li e adorei A culpa é das estrelas e por outro lado odiei O teorema Katherine e abandonei Quem é você, Alasca?, mas estou louca para ler Tartarugas até lá embaixo, vai me entender!
    Mas o que é fato e ninguém pode mudar isso é que seus livros apresentou a literatura para muitas pessoas e isso não tem preço.

  23. Olá, tudo bom?
    Me apaixonei pela escrita de John Green lendo A culpa é das estrelas. Tinha perdido um amigo na época em que foi lançado justamente com o mesmo câncer que a Hazel tinha e ele, por incrível que pareça, era bem Augustos, então, imagina o chororô que foi né? Mas foi exatamente o que você falou, terminei o livro percebendo que era sobre vida e não sobre câncer e foi ali que John Green me ganhou.
    Os outros livros dele também foram boas leituras para mim, no entanto, nenhum deles conseguiu chegar perto do que A culpa é das estrelas me fez sentir.
    Adorei demais seu post e relembrar esses livros que tanto amo ♥
    Beijos!

  24. Eu li todos e amo muito – menos O teorema Ketherine que apenas gosto, mas na media, os seus livros me deixaram mais que satisfeita e adorei esse post e essas pontuações sobre cada um deles.
    beijos

  25. Olá!
    Curti muito o seu post. Dos livros do autor, só li A Culpa é das Estrelas. Não lembro de ter lido uma análise dos personagens como essa, gostei muito. Fiquei super curiosa com as outras tramas (e olha que tenho todos eles rsrs).
    Bjos
    Lucy – Por essas páginas

  26. Olá
    Assim como você reconhecia uma frase do Green de longe, sou uma grande admiradora do seu trabalho, por mais que em alguns livros eu tenha vontade de mata-lo por ele matar alguém. Eu amo a escrita eu amo jeito que ele nos faz ver a vida de modo diferente. Depois de muito tempo também comecei a perceber que ” A culpa é das estrelas” não é algo voltado para o câncer e sim para uma trajetora de vida. Eu ainda tenho um certo ranço nomentano por ele ter matado meu Augustus, mas isso passa. Ele é fantástico. Eu amei seu post ♥

  27. Eu sou Apaixonada por Tartarugas até la embaixo, é meu livro favorito dele porque poucas vezes me vi tão bem colocada em uma história, a personagem é muito real, muito mesmo. Gostar de João Verde vai acontecer alguma vez na vida de todo leitor, ele faz você se encaixar na história.

  28. Ahhh, que texto incrível!
    Menina, adorei seu blog! De verdade, a maneira como você escreve é uma delícia! Amei demais!!
    Eu já li todos esses livros do John, faltando só o Tartarugas até lá em baixo também. Eu só não curti nada o Teorema de Katherine, achei beeeeeem arrastada a leitura. Mas amei MUITO Looking for Alaska, e TFIOS é um dos meus favoritos. Tem Anne Frank, tem cenas lindas, frases lindas. Quando li o livro, chorei muito e pensei que no filme ia ficar de boa. Chorei o dobro. A cena “da dor que precisa ser sentida” me atinge muito forte, é impressionante. Ah, vamo ser amiga pra falar sobre livros, pelo amor de Deus. Hahahah

  29. Olá, tudo bem?
    Eu adoro os livros do John Green e sempre defendo quando tentam dizer que as histórias são bobas ou superficiais. Acho que ele é muito bom em colocar elementos nas entrelinhas para fazerem o leitor refletir e todas as histórias dele são mais do que aparentam. Até mesmo O teorema Katherine, que é odiado pela maioria das pessoas que eu conheço, tem aspectos que me fizeram refletir (embora seja mesmo o livro mais fraco dele).
    No entanto, meu favorito é, sem dúvida nenhuma, Tartarugas até lá embaixo. Ele é reflexivo, poético e mostra um lado do John Green muito mais maduro. É um dos meus queridinhos da vida. Espero que você goste também.
    Beijos!

  30. Oi, tudo bom?
    Eu não sou uma leitora assídua das obras do tio Verde, na verdade só li ACEDE (e chorei bastante). Seu post me deu uma outra visão que eu não tive na única vez em que li o livro e confesso que fiquei com vontade de ler ele novamente. Achei bem interessante sua análise dos livros dele e vou mostrar seu post para minha irmã que é apaixonada pelos livros dele.

    Beijos!
    https://www.manuscritoliterario.com.br/

  31. Olá,
    os únicos livro do John que eu não tenho é “Quem é você Alasca” e “Tartarugas até lá embaixo”, até hoje li apenas “A culpa é das estrelas”, que me comoveu mas é só. Li muitas críticas dos demais títulos desses autor e confesso que nunca me animei a seguir lendo suas publicações, tanto que nem me dei o trabalho de comprar seu último lançamento. Gostei de ler sua visão de tais obras, pois fez com que eu olhasse para elas de forma diferente, nunca imaginei que a essa altura do campeonato iria querer ler algo do Green, mas ao que parece está acontecendo. Parabéns pelo post.

    Abraços!

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